A reciclagem é cada vez mais necessária nos dias de hoje, este grupo de chineses acima teve uma idéia bem inusitada relacionando garrafas e a franquia de games mais duradoura do mundo. Clique no play e confira!!!
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sábado, maio 29, 2010
domingo, outubro 25, 2009
MGMT - Oracular Spectacular
"MGMT, de The Management, é um grupo de Indie Rock americano do Brooklyn, Nova Iorque. Seus membros são Andrew Vanwyngarden e Ben Goldwasser.Vanwyngarden e Goldwasser formaram a banda quando estavam no primeiro ano da Wesleyan University em dezembro de 2001. "Não estavamos tentando formar uma banda" disse Goldwasser. "Andávamos por aí, mostrando um ao outro músicas das quais gostávamos". Experimentaram Noise Rock e Electronica, e quando acabaram a Universidade fizeram turnê para Time to Pretend EP.Foram a programas como o The Late Show with David Letterman em 28 de janeiro e Late Night With Conan O'Brien em 15 de maio, onde tocaram Time To Pretend. Seu videoclipe Time to Pretend fez relativo sucesso no Brasil, chegando a tocar no Disk MTV. A banda tocou no Brasil em outubro pelo festival Tim Festival."Clique aqui para ver o clipe da música Electrick Feel no Youtube.
Clique aqui para ver o clipe da música Kids no Youtube.
Comentário Rápido:
Psicodélico
Jovem
Hippie
Pop
Retrô
Inovador
Colorido
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Música
quinta-feira, outubro 22, 2009
Som de cinema em casa - Parte 2
Nesta parte, iniciarei os sistemas da era digital, mais interessantes (e confusos) que os anteriores.
Link para a parte 1.
Link para a parte 1.
Dolby Digital
E agora que começa a confusão. Lançado nos cinemas em 1992 junto com o filme "Batman: o Retorno", o sistema Dolby Digital foi lançado em sistemas caseiros em 1993 para as TVs digitais e em 1995 para DVDs.
Antes de eu explicar a mudança em "números de canais", devo explicar sobre a diferença na gravação e reprodução: o sistema Dolby Digital é, na verdade, um algoritmo matemático de compressão, ou seja, semelhante ao mp3 ele retira os sons inaudíveis (e alguns quase inaudíveis) para qua não haja desperdício de espaço em termos de memória. Com isso, criou-se um sistema prático, barato e de alta qualidade para armazenamento do som multicanal.
Pela primeira vez tínhamos uma evolução real no número de canais: agora, os canais não eram mais extraídos de uma matriz Estéreo, pois o sistema permite que todos sejam gravados e reproduzidos independentemente, criando-se o que são chamados de "canais discretos".
Desta vez, o sistema permite a gravação de 6 canais: 3 frontais (esquerdo, central e direito) e 2 surround (esquerdo e direito), além de um canal para sons graves. Com isso, crou-se o termo 5.1, ou seja, 5 canais mais 1 limitado para graves.
Posicionamento correto das caixas.
(as caixas que estão em branco pertencem a outro sistema, que será explicado mais para a frente)
Com isso, corrige-se vários "problemas" do sistema Dolby Pro-Logic:
- No processamento Pro-Logic, a separação dos canais era sempre imprecisa. Dependendo da qualidade da gravação e do equipamento de reprodução, não se sabia exatamente quais efeitos sonoros que iriam para os canais surround e central, ficando algo "embaçado". A partir de agora, a separação dos canais é perfeitamente precisa, pois cada canal é totalmente independente do outro, criando uma ambientação muito mais realista.
- No processamento Pro-Logic, os sons que eram direcionados aos canais surround eram limitados em frequência, ou seja, os sons mais graves e mais agudos eram "cortados", criando-se um som abafado. A partir de agora, os sons direcionados aos canais surround abrangem qualquer tipo de som, seja ele extremamente agudo ou extremamente grave (é possível, por exemplo, ouvir pratos de bateria sendo tocados atrás do espectador, algo que no Pro-Logic não era possível).
- O canal surround deveria ser bem posicionado, caso contrário o espectador ouviria um som incômodo vindo de apenas um lado da sala, ou seja, se ele se sentar do lado esquerdo, vai ouvir somente o som surround vindo da esquerda, perdendo-se o efeito de ambiência. Isso passa a não acontecer mais, pois o canal surround foi separado em 2. Com isso, independende da sua posição na sala, o som surround, se bem gravado e editado, se espalha naturalmente, pois os sons dos canais surround esquerdo e surround direito são diferentes, além de criar uma sensação de ambientação e profundidade muito maior.
Como você percebeu, eu sempre utilizo a palavra "permirte", pois o Dolby Digital tinha um "problema" que pode confundir muitas pessoas na hora de comprar um DVD na loja: da mesma forma que o Dolby Digital permite a gravação de 5 canais mais 1 para graves, ele permite a gravação de apenas 2 canais e, inclusive, somente 1!
Sim! Existem filmes em Dolby Digital que, naverdade, são Estéreo! Isso acontece exatamente graças ao fato de que Dolby Digital não se refere a quantidade de canais e sim ao formado do áudio, que cria uma compressão de alta qualidade que permite (mas não obriga) armazenar áudio multicanal.
Isso nos leva ao próximo sistema, que é o...
DTS
Sigla para Digital Theater System. Foi criado pela sociedade entre duas empresas: a NuOptix e a Universal, e lançado nos cinemas em 1993, junto com o filme Jurassic Park.
Os criadores do sistema perceberam a falha no planejamento do sistema Dolby Digital. Além disso, a compressão do áudio Dolby Digital, apesar de boa, não era perfeita. Perdia-se um pouco de qualidade, algo que era mais perceptível em filmes musicais e shows.
O DTS era, basicamente, um Dolby Digital anabolizado: DVDs gravados com DTS tinham que ter obrigatoriamente 5 canais mais o de graves! Além disso, a taxa de compressão é menor, criando um áudio final mais fiel ao gravado em estúdio.
Sistemas de 6.1 canais: Dolby Digital EX e DTS ES
Em 1999, a Dolby Labs. lança o primeiro sistema de 6.1 canais, seguido pela DTS, que são: o Dolby Digital EX e o DTS ES.
Pra não causar confusão, devo explicar que o sexto canal surround não é um canal independente, mas ele é extraído dos dois canais surround do sistema Dolby Digital comum e do DTS comum, utilizando um processamento semelhante ao Pro-Logic, só que somente para este canal traseiro.
Posicionamento correto das caixas (as duas caixas trazeiras reproduzem o mesmo som).
Observe as caixas em branco: elas representam o sistema Dolby Digital simples.
O que muda é no momento da edição, em que deve ser gravado o sinal para o sexto canal (que fica posicionado exatamente atrás do espectador), e é o processador que deve separá-lo no momento da reprodução.
Temos então: 3 canais frontais (esquerdo, central e direito), 2 surround (surround esquerdo e surround direito) e 1 traseiro.
Você deve estar achando que é exagero mas, acredite, não é! A diferença é bem perceptível. Imagine uma cena em que um avião passa por cima da câmera, indo para trás. O som deve acompanhar e seguir para trás também.
O problema é que, se for no Dolby Digital ou DTS comum, dependendo do posicionamento das caixas, esse efeito não será alcançado. O som vai passar pelas lateriais do espectador e, então, dará a impressão de ter simplesmente sumido.
Para corrigir esse "defeito" foram criados esses dois sistemas. Como o som é traseiro (e nós não temos os ouvidos virados para trás) não existia a necessidade de criar um canal traseiro totalmente independente. Por isso, esse canal é processado e extraído a partir dos dois canais surround.
Dolby Pro-Logic II/IIx/IIz
Você deve estar pensando que uma evolução do sistema Pro-Logic é uma tremenda babaquice. Lembre-se: nem tudo no mundo são gravações digitais (como os DVDs) e, por isso, havia a necessidade de melhorar o processamento do som Estéreo puro.
Posicionamento das caixas (semelhante às do Dolby Digital).
LFE: Low Frequency Efects, simbolizando o canal para graves.
LFE: Low Frequency Efects, simbolizando o canal para graves.
- 2 canais surround reproduzindo sons diferentes, sem limitação nos graves e agudos;
- Criação de um canal para graves.
Dolby True HD e DTS-HD
Tanto no Dolby Digital como no DTS o áudio é comprimido digitalmente para caber no disco. Com a evolução das mídias (leia-se Blu-Ray), não havia mais a necessidade de comprimir o áudio (e, portanto, perder qualidade sonora).
O Dolby True HD e DTS-HD nada mais são do que o Dolby Digital e DTS gravados sem compressão, ou seja, com a fidelidade máxima possível, ficando idêndico ao som de estúdio.
Com isso, alguns detalhes sonoros, antes imperceptíveis, agora são possíveis de ser ouvidos. A diferença é mais perceptível em Blu-Rays musicais, onde os sons dos instrumentos ficam com um timpre praticamente idêntico ao som natural.
Desculpem pela extensão, mas realmente existe muita coisa para ser explicada. Acredite, pulei muitos outros detalhes que achei desnecessário explicar. Espero que agora você saiba como escolher melhor um equipamente de Home Theater e como comprar um DVD ou Blu-Ray compatível. Ou não...
Até mais!
Link recomendado: Blog do Jotacê.
Fontes:
http://lazer.hsw.uol.com.br/som-de-cinema3.htm
http://frank.mtsu.edu/~smpte/ninties.html
http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/08/19/mixagem-de-audio-em-cinema-e-home-theater/
http://webinsider.uol.com.br/index.php/2008/11/17/ouvindo-musica-com-dolby-prologic-iiiix/
http://www.fazendovideo.com.br/vtsom6.asp
http://www.cefala.org/~leoca/dolby/dolby01.html
Desculpem pela extensão, mas realmente existe muita coisa para ser explicada. Acredite, pulei muitos outros detalhes que achei desnecessário explicar. Espero que agora você saiba como escolher melhor um equipamente de Home Theater e como comprar um DVD ou Blu-Ray compatível. Ou não...
Até mais!
Link recomendado: Blog do Jotacê.
Fontes:
http://lazer.hsw.uol.com.br/som-de-cinema3.htm
http://frank.mtsu.edu/~smpte/ninties.html
http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/08/19/mixagem-de-audio-em-cinema-e-home-theater/
http://webinsider.uol.com.br/index.php/2008/11/17/ouvindo-musica-com-dolby-prologic-iiiix/
http://www.fazendovideo.com.br/vtsom6.asp
http://www.cefala.org/~leoca/dolby/dolby01.html
quarta-feira, outubro 21, 2009
Som de cinema em casa - Parte 1
Tudo bem, este blog não é sobre tecnologia. Porém, creio que este assunto seja extremamente útil para os amantes de Cinema de boa qualidade, que sabem que não somente a imagem como também o som é importante para criar a imersão no filme e também para permitir vermos o filme como o diretor o idealizou.
Portanto, criei este tutorial para você poder entender a diferença entre os nomes das tecnologias de "som multicanal" e não ser enganado, pois existe muita diferença entre as tecnologias.
Antes de mais nada, devemos lembrar que o Som Estéreo caseiro nasceu primeiro na música. Antes do final da década de 1950, todas as músicas, depois de gravadas, eram unidas numa única trilha, que depois era gravada nos discos da época para serem reproduzidos. A partir de 1957, o som começou a ser editado em duas trilhas, e não apenas uma, comm era antes.
A idéia original da técnica é simular a movimentação e posicionamento do som com apenas duas caixas, criando "caixas acústicas fantasmas móveis" entre as duas.
A trilha do filme (ou a música) era gravada em diversas trilhas (normalmente entre 8 e 16), uma para cada instrumento/efeito sonoro. No momento da edição final, os instrumentos/efeitos sonoros eram "posicionados" no espaço entre as duas caixas da seguinte forma:
Com o Som Estéreo, criou-se o que ficou conhecido como palco sonoro, que seria a ilusão da posição do som no espaço. Uma gravação bem feita permite distinguir a posição de cada instrumento/efeito sonoro produzido pelas caixas.
Para corrigir isso, a Dolby lançou, em 1987, o processador Dolby Pro-Logic: este sim criava 4 canais a partir de 2, que eram: 3 frontais (esquerdo, central e direito) e 1 surround.
Portanto, criei este tutorial para você poder entender a diferença entre os nomes das tecnologias de "som multicanal" e não ser enganado, pois existe muita diferença entre as tecnologias.
Som Estéreo
Antes de mais nada, devemos lembrar que o Som Estéreo caseiro nasceu primeiro na música. Antes do final da década de 1950, todas as músicas, depois de gravadas, eram unidas numa única trilha, que depois era gravada nos discos da época para serem reproduzidos. A partir de 1957, o som começou a ser editado em duas trilhas, e não apenas uma, comm era antes.
A idéia original da técnica é simular a movimentação e posicionamento do som com apenas duas caixas, criando "caixas acústicas fantasmas móveis" entre as duas.
Posicionamento ideal das caixas acústicas deve ser bem afastadas (mas nem tanto), e viradas para o ouvinte
A trilha do filme (ou a música) era gravada em diversas trilhas (normalmente entre 8 e 16), uma para cada instrumento/efeito sonoro. No momento da edição final, os instrumentos/efeitos sonoros eram "posicionados" no espaço entre as duas caixas da seguinte forma:
- Um som que viesse do lado esquerdo seria reproduzido somente na caixa esquerda, e um som que viesse do lado direito seria reproduzido somente na caixa direita;
- Um som que viesse mais-ou-menos da esquerda seria reproduzido com um volume mais alto na caixa esquerda e mais baixo na direita, dando a ilusão de que o som vem de uma posição um pouco deslocada, como uma "caixa acústica fantasma" (ídem para o lado mais-ou-menos direito);
- Um som que se movimenta da esquerda para a direita seria reproduzido na caixa esquerda com o volume diminuindo, e na direita com o volume aumentando;
- Um som que viesse do centro seria reproduzido com um volume idêntido nas duas caixas, de forma que acaba criando a ilusão de uma "caixa fantasma" no meio das duas.
Com o Som Estéreo, criou-se o que ficou conhecido como palco sonoro, que seria a ilusão da posição do som no espaço. Uma gravação bem feita permite distinguir a posição de cada instrumento/efeito sonoro produzido pelas caixas.
Na década de 1960 foi que o Som Estéreo se popularizou. Porém, somente na década de 1970 foi que ocorreu o auge na técnica de gravação do Som Estéreo. Os instrumentos eram bem posicionados no palco sonoro, além de efeitos (bem) utilizados como reverberação e eco, utilizando a posição das duas caixas para criar a sensação de "som rebatendo" (a voz do intérprete se repetia diversas vezes nas laterais, criando a sensação de profundidade).
Porém, o Som Estéreo demorou para atingir a reprodução de filmes e programas de televisão. O primeiro videocassete Estéreo surgiu em 1978, sendo que as primeira transmissões de TV em Estéreo só iniciaram em 1986.
Dolby Surround
Em meados da década de 1970, a empresa Dolby Laboratories criou sistemas que melhoravam a qualidade da gravação e reprodução sonora dos filmes nas salas dos cinemas. Após a popularização deste, ela criou um outro sistema, que seria o "sistema multicanal definitivo": Dolby Stereo (não confundir com o Som Estéreo comum).A idéia do Dolby Stereo era criar um som multicanal (na época, 4 canais) a partir de apenas 2 através de um algoritmo analógico. Com isso, criou-se um sistema prático, barato e funcional e que, acima de tudo, manteve a qualidade sonora.
Logotipo original usado no cinema. Ainda é possível encontrá-lo em algumas capas de VHS.
Depois do sucesso nos cinemas deste sistema, criou-se, em 1982, o Dolby Surround, que nada mais era do que o processador do Dolby Stereo mais simplificado, para ser utilizado em casa.
Diferente do som do cinema, o Dolby Surround reproduzia apenas 3 canais: 2 frontais (esquerdo e direito) e 1 surround (este último reproduzido em duas caixas ao mesmo tempo).
A idéia do Dolby Surround era a seguinte: através de uma técnica de gravação e reprodução chamada "matrixing" criava-se um terceiro canal "embutido" nos dois canais estéreo.
Processamento Dolby Surround original:
o som original é em Estéreo, mas o processador "extrai" o som surround
o som original é em Estéreo, mas o processador "extrai" o som surround
Este canal (Surround) deveria se dispersar pela sala, ou seja, ao contrário dos canais frontais, o canal Surround deve ser disperso e dar a sensação de ser algo "distante", para criar a "ambientação", ou os "sons de fundo" (que jamais devem roubar a atenção dos canais frontais).
Dolby Pro-Logic
O Dolby Surround tinha uma falha: se a sala fosse muito grande, e o espectador não sentasse exatamente em frente a tela, tinha-se a sensação de que os "sons centrais", principalmente as vozes dos personagens, estavam deslocados, ou seja, parecia que a voz não vinha da direção da tela, mas de uma posição ao lado dela (uma sensação bastante esquisita).
Para corrigir isso, a Dolby lançou, em 1987, o processador Dolby Pro-Logic: este sim criava 4 canais a partir de 2, que eram: 3 frontais (esquerdo, central e direito) e 1 surround.
Exemplo: cada cor indica um canal diferente.
Vale lembrar: o Pro-Logic no cinema era chamado de Dolby Stereo.
Vale lembrar: o Pro-Logic no cinema era chamado de Dolby Stereo.
Como o Dolby Surround original, o áudio Dolby Pro-Logic era gravado como se fosse Estéreo (com apenas dois canais) e, depois, no momento da reprodução, os canais surround e central eram "extraídos" através do processamento.
Processamento Pro-Logic
Com este processador, as falas dos personagens ficavam muito mais claras e sempre posicionadas exatamente na direção da tela, independente da posição do espectador.
Com ainda há bastante assunto (ainda nem entrei na era digital), continuarei num próximo post. Espero que este texto esclareça a confusão de siglas e tecnologias, por isso, é inevitável que o texto fique um pouco grande. Até mais!
Continua na parte 2.
Fontes:
http://lazer.hsw.uol.com.br/som-de-cinema3.htm
http://eletronicos.hsw.uol.com.br/som-surround4.htm
http://www.audioclicks.com.br/blog/2009/10/01/estereo/
http://www.cinedie.com/som.htm
http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/04/20/fantasound-de-walt-disney-foi-o-inicio-do-som-estereo-no-cinema/
http://super.abril.com.br/ciencia/como-funciona-som-estereo-441989.shtml
http://www.fazendovideo.com.br/vtsom6.asp
http://www.cefala.org/~leoca/dolby/dolby01.html
Imagens:
http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/06/22/aprenda-a-posicionar-e-ajustar-suas-caixas-de-som/
http://www.audiorama.com.br/arquivoconfidencial/SURROUND.htm
http://www.audioexcellence.com.br/caixas_acusticas_comoposicionar.php
http://www.getprice.com.au/blog-hdtv-glossary-introduction.htm
http://www.practical-home-theater-guide.com/dolby-sound.html
http://www.cinemasource.com/products/av_process/about/about_avproc.html
http://www.tweaktown.com/articles/2833/dolby_labs_interviewed_regarding_pc_audio/index2.html
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a9/Dolby_Surround_TV4.jpg
http://www.infomercial-hell.com/blog/2006/07/18/stereo-for-tv-infomercials/
http://www.hometheaterhifi.com/volume_11_2/denon-avr-3805-receiver-6-2004.html
http://en.wikipedia.org
Com ainda há bastante assunto (ainda nem entrei na era digital), continuarei num próximo post. Espero que este texto esclareça a confusão de siglas e tecnologias, por isso, é inevitável que o texto fique um pouco grande. Até mais!
Continua na parte 2.
Fontes:
http://lazer.hsw.uol.com.br/som-de-cinema3.htm
http://eletronicos.hsw.uol.com.br/som-surround4.htm
http://www.audioclicks.com.br/blog/2009/10/01/estereo/
http://www.cinedie.com/som.htm
http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/04/20/fantasound-de-walt-disney-foi-o-inicio-do-som-estereo-no-cinema/
http://super.abril.com.br/ciencia/como-funciona-som-estereo-441989.shtml
http://www.fazendovideo.com.br/vtsom6.asp
http://www.cefala.org/~leoca/dolby/dolby01.html
Imagens:
http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/06/22/aprenda-a-posicionar-e-ajustar-suas-caixas-de-som/
http://www.audiorama.com.br/arquivoconfidencial/SURROUND.htm
http://www.audioexcellence.com.br/caixas_acusticas_comoposicionar.php
http://www.getprice.com.au/blog-hdtv-glossary-introduction.htm
http://www.practical-home-theater-guide.com/dolby-sound.html
http://www.cinemasource.com/products/av_process/about/about_avproc.html
http://www.tweaktown.com/articles/2833/dolby_labs_interviewed_regarding_pc_audio/index2.html
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a9/Dolby_Surround_TV4.jpg
http://www.infomercial-hell.com/blog/2006/07/18/stereo-for-tv-infomercials/
http://www.hometheaterhifi.com/volume_11_2/denon-avr-3805-receiver-6-2004.html
http://en.wikipedia.org
quarta-feira, julho 23, 2008
Resenha: Rendez-Vous

Artista: Jean-Michel Jarre
Álbum: Rendez-Vous
Ano: 1986
País: França
Músicas:
1. First Rendez-Vous (2:54)
2. Second Rendez-Vous (10:55)
- Partes 1 a 4
3. Third Rendez-Vous (3:31)
4. Fourth Rendez-Vous (3:57)
5. Fifth Rendez-Vous (7:41)
- Partes 1 a 3
6. Last Rendez-Vous (Ron's Piece) (6:04)
Integrantes:
- Jean-Michel Jarre: Seiko DS 250, Synthex (2), Moog (1), Roland JX 8P, Fairlight CMI (5), E-mu Emulator II, Eminent, EMS Synthi AKS, Harpe Laser (3), RMI, OBX, DX 100, Matrisequencer, Roland TR-808, Lynn 9000, Prophet, Casio CZ 5000, ARP 2600 (4)
- Michel Geiss: ARP 2600 (4), Eminent, Matrisequencer, Roland TR-808
- Dominique Perner: Memory Moog
- Joe Hammer: Drumulator, percussions
- David Jarre: Baby Korg personal keyboard
- Pierre Gossez: Saxofone (em "Last Rendez-Vous")
Composto e arranjado por: Jean-Michel Jarre.
Inspirado nas viagens espaciais, este é um dos álbuns mais originais do "frenchman" da música eletrônica.
Precisamente coeso, tem um clima ao mesmo tempo espacial, dramático, e ao mesmo tempo sutil, melancólico e atmosférico. Lembrando que praticamente não há pausa entre as música, com excessão de uma pausa central devido a divisão em lado A e lado B do disco de vinil original.
Vamos as músicas:
1. First Rendez-Vous (2:54)
A faixa inicial funciona perfeitamente como uma pequena introdução, preparando-nos para o que virá depois.
Inicia-se com um som extremamente sombrio, dando a sensação de uma respiração monstruosa e metálica, vindo do espaço, e, ao mesmo tempo, ouvimos uns sonzinhos agudos, que se assemelham ao som de botõezinhos. Enquanto a "respiração" se repete, ouvimos acordes surgindo ao fundo, com um timbre bem etéreo, atmosférico. enquanto a respiração vai desaparecendo, os acordes vão crescendo até o primeiro plano, e ouvimos o tema principal, melancólico, suave e etéreo, que transmite uma sensação suave de deslumbramento.
A faixa termina com uma frase melódica de "fim de música", bem clássica.
Uma música maravilhosamente suave, marcante!
2. Second Rendez-Vous (10:55)
Um verdadeiro épico de Jean-Michel Jarre. Bem dramática, e com um ar de música clássica.
Foi dividida em quatro partes na versão em CD.
Na primeira parte, somos apresentados ao tema principal, que se repete e evolui, à semelhança de uma música clássica, bem dramática.
Com uma pausa sutil, ouvimos uma escala crescente, e somos apresentados à segunda parte, com um novo tema.
Também dramática, ouvimos uma melodia produzida por uma voz humana, semelhante à voz soprano de ópera, mas imitada por um teclado! Um tema épico e exótico.
Voltamos em seguida ao tema da primeira parte.
Novamente ouvimos uma pausa, mas dessa vez a música quase pára, para entramos na terceira parte.
Ouvimos um novo tema, mas o tema principal é tocado num timbre vibrante, metálico, quase robótico. É um tema bastante futurista e espacial, mas ainda permanece o clima épico inicial da música.
No final da terceira parte ouvimos novamente "a respiração", com o tema inicial emergindo sutilmente.
E suavemente voltamos ao tema inicial da música, mas desta vez bem mais dramático, como um gran-finale, e o que há de melhor: o tema é acompanhado por um coral, o que aumenta a sensação de épico, e há ainda uma percução (aquele prato usado em orquestra) que marca determinados trechos.
E a música termina com um único acorde cantado pelo coral, e o prato sendo tocado, pra marcar bem o final.
Pra mim ainda é uma das músicas mais impressionantes e dramáticas deste compositor!
3. Third Rendez-Vous (3:31)
Somos brindados com mais uma música dramática e impressionante, mas desta vez com um tema inteiro tocado com o timbre metálico, e acompanhado por um som abafado, que lembra bem sutilmente um coral.
Esta música tem uma esrutura bem clássica, com uma curta introdução, um tema principal, desenvolvimento e reapresentação do tema principal.
No trecho central, junto com um som de prato distorcido, ouvimos um tema deslumbrante e bastante trágico, fantástico!
A música termina triste, com uma nota grave, sumindo.
Novamente uma música marcante!
4. Fourth Rendez-Vous (3:57)
Depois de uma longa pausa (este seria o lado B do disco) ouvimos uma batida bem pop, quase techno, e somos apresentados a um tema bem festivo! Um enorme contraste em relação as músicas anteriores. Apesar de ser aparentemente mais comercial, não perde a classe, e funciona perfeitamente bem no contexto do disco, dando um alívio em relação aos temas dramáticos da metade anterior do álbum.
O trecho central é ainda mais festivo, com uma batida que dá a sensação de vermos fogos de artifício, como uma comemoração de fim de ano!
A música é encerrada com uma respiração, mas desta vez mais humana que a respiração do início do álbum, que emenda com o início da próxima música.
(5) Fairlight CMI (sampleador, responsável pelos "barulhinhos" e "vozes")
5. Fifth Rendez-Vous (7:41)
Talvez a música mais "voyage" de Jean-Michel Jarre.
Também foi dividida na versão do CD, em três partes.
A primeira parte é um tema sereno, tocado num timbre suave.
Ainda mantém o clima espacial, mas mais "orgânico" que os temas anteriores, principalmente pelo acompanhamento de sons semelhantes à tambores.
Depois de sons semelhantes à ondas do mar, ouvirmos acordes num tema de suspense, e temos a sensação de estarmos entrando num vórtice!
Inicia-se a segunda parte, a mais "viagem"!
Ouvimos um dos recursos mais interessantes, que fora muito pouco usado na música popular: o reaproveitamento de temas anteriores, algo muito usado na música Clássica.
Neste caso é um tema da música anterior (Fourth Rendez-Vous).
Aqui a intenção o artista é criar a sensação de "flash-back", como se estivéssimos sonhando, vendo "Deja-Vu's"! Mas é algo muito rápido!
Somos logo lançados numa outra melodia, desta vez tocada por aquela "voz soprano" novamente.
Ouvimos um tema circense, como se passasse uma banda na nossa frente, seguido por outro "flash-back" da música anterior.
Voltamos brevemente à "soprano", para então sairmos do "vórtice", e irmos para a parte seguinte.
No início da terceira parte ouvimos um tema acelerado, que dá a sensação de vermos formigas correndo e ao mesmo tempo de estarmos voando, tocado em dois "instrumentos": um que lembra xilofone, e outro que lembra trompete.
Surge, então, uma som grave, como trombones, acompanhado por um solo agudo "deslizante", deixando a música majestosa!
É encerrada novamente com as "ondas do mar".
6. Last Rendez-Vous - Ron's Piece (6:04)
O "Last" e o "Ron's Piece" do título é porque a música é um Requiem (música fúnebre) composta para homenagear Ronald McNair.
Ron McNair era um astronauta, que iria para o espaço na Space Shuttle Challenger. A idéia original de Jarre era fazer um show em Houston, com transmissão ao vivo do espaço para o telão, em que o astronauta tocaria saxofone junto com o tecladista.
Mas a Challenger explodiu no lançamente, deixando Jarre deprimido, fazendo com que ele tivesse quase desistido do show e do lançamento do álbum.
O álbum foi lançado e o show realizado, mas como uma homenagem aos astronautas, principalmente à McNair.
De fato, o tema é triste e fúnebre, mas ainda assim atmosférico, suave, espacial.
Inicia-se com uma batida de coração muito lenta, acompanhada por acordes tristes, mas muito suaves.
E de repente...Oh! Um saxofone!!
O tema é muito bonito, sensível, suavemente Jazzístico, tocado pelo saxofonista Pierre Gossez.
Parece ser improvisado, não tenho certeza.
No meio da música inicia-se um ritmo, tocado no teclado, transmitindo a sensação e "aceleração", de que o "final derradeiro" se aproxima.
O tema triste tocado pelo sax continua, evolui e finaliza a música, depois do "ritmo" desaparecer.
Encerra-se com uma frase melódica no sax, dando uma sensação melancólica de fim, mas com um toque de esperança, e a última batida do coração...
Uma das músicas mais sensíveis de Jean-Michel Jarre!!
Conclusão
Este álbum foi muito famoso. Não sei se foi o mais vendido mas, pelo menos aqui em São paulo, é muito fácil de encontrar o LP. Está em praticamente qualquer sebo que venda vinis. Com certeza um dos motivos de ter aumentato a fama foi a tragédia da Challenger, mas isso não diminui o fato de este álbum, na minha humilde opinião, ser uma obra de arte!
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